segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Lendo sobre Metacognição, minhas primeiras impressões foram as melhores. Cheguei logo a pensar que há pessoas que simplesmente não sabem que não sabem. Sou mais as minhas experiências metacognifivas que me impulsionam a construir sentido, buscando auxílio dos instrumentos normativos, por exemplo, do que andar por aí posando de "sabichão" a deslizar grosseiramente em saberes desconhecidos. Entendi que Sócrates deve ter tido uma experiência altamente metacognitiva quando proferiu a célebre frase: "só sei que nada sei". É o meu sentimento diante desse mundo de informações novas a que estou tendo acesso nesse curso.
sábado, 10 de setembro de 2016
ATIVIDADE ESTILOS DE APRENDIZAGEM - Solange Carlos de Carvalho
A compreensão sobre estilos de aprendizagem, levou-me a refletir sobre minha experiência em sala de aula, no que respeita a melhor forma de levar os alunos à construção de conhecimento. Sempre priorizei uma aula com menos exposição teórica, levando os alunos a participarem ativamente do processo de aprendizagem, com teatros, seminários e promoção de debates entre eles.
Hoje sou professora universitária, e ainda continuo na busca de promover uma aula dinâmica, em termos de contemplar os diversos tipos de inteligência dos alunos (visual, auditiva, prática). Mesmo sem conhecer a perspectiva de estilo de aprendizagem de Kolb, já tinha percebido essas mesmas inquietações dos colegas professores, que lançavam sobre o aluno a culpa pelo resultado negativo da disciplina, bem como ouvia de muitos alunos reclamações sobre professores que só teorizavam, com aulas expositivas em comunicação unilateral. Sempre refleti sobre isso.
Após o conhecimento adquirido sobre os estilos de aprendizagem tanto do texto de Travelin quanto das informações do vídeo, em que se verificou, mediante pesquisa, uma docência que pouco se responsabiliza com a situação crítica de aprendizado dos alunos, e alunos que responsabilizam a didática pouco esclareccedora e estimuladora da parte do professor, pude ampliar meu espopo de análise sobre a produtividade interativa entre professor e aluno.
Ao fazer o teste de estilo individual de aprendizagem, obtive como resultado "experimentação ativa" (21), seguido de "experimentação concreta" (18) que me insere no quadrante do "estilo acomodador". Fiquei impressionada, pelo resultado tão próximo a minha prática pedagógica, uma vez que esse estilo coaduna-se com minha postura de abertura para o aprender-fazendo, e minha predisposição ao risco, em busca da verdade. Compreendendo, contudo, que o teste é apenas um parâmetro para a reflexão, deixando-me animada quanto ao fato de que devo sempre instigar os alunos a descobertas mediante pesquisa.
Diante dessa experiência, posso entender que o professor deve procurar, em sua prática de ensino, contemplar todos os quadrantes do ciclo de aprendizagem de Kolb, em uma aula dinâmica e interativa, para assim trabalhar com a motivação dos alunos, instigando-os à pesquisa, condição sine qua non para a construção do conhecimento e desenvolvimento de abstrações.
Para compartilhar minha experiência, e servir de possível sugestão para os colegas, apresento algumas ferramentas tecnológicas que utilizo para mobilizar minhas aulas. Criei um grupo de Estudos da Linguagem no Facebook e divulgo com os alunos todos os semestres, para estimular, fora do espaço da sala de aula, reflexão sobre os temas postados e suscitar discussão também na sala presencial. Da mesma forma, divulgo meu blog LÍNGUA VIVA, em que posto minhas produções científicas, com o intuito de interagir sobre as questões da língua. No entendimento de que, em tempos de tecnologia, a educação não pode prescindir das redes sociais, também crio grupo no Whatsapp com o nome da disciplina em que me comprometo com os alunos a dirimir suas dúvidas sobre as aulas, além de estimular que postem pesquisas afins.
A compreensão sobre estilos de aprendizagem, levou-me a refletir sobre minha experiência em sala de aula, no que respeita a melhor forma de levar os alunos à construção de conhecimento. Sempre priorizei uma aula com menos exposição teórica, levando os alunos a participarem ativamente do processo de aprendizagem, com teatros, seminários e promoção de debates entre eles.
Hoje sou professora universitária, e ainda continuo na busca de promover uma aula dinâmica, em termos de contemplar os diversos tipos de inteligência dos alunos (visual, auditiva, prática). Mesmo sem conhecer a perspectiva de estilo de aprendizagem de Kolb, já tinha percebido essas mesmas inquietações dos colegas professores, que lançavam sobre o aluno a culpa pelo resultado negativo da disciplina, bem como ouvia de muitos alunos reclamações sobre professores que só teorizavam, com aulas expositivas em comunicação unilateral. Sempre refleti sobre isso.
Após o conhecimento adquirido sobre os estilos de aprendizagem tanto do texto de Travelin quanto das informações do vídeo, em que se verificou, mediante pesquisa, uma docência que pouco se responsabiliza com a situação crítica de aprendizado dos alunos, e alunos que responsabilizam a didática pouco esclareccedora e estimuladora da parte do professor, pude ampliar meu espopo de análise sobre a produtividade interativa entre professor e aluno.
Ao fazer o teste de estilo individual de aprendizagem, obtive como resultado "experimentação ativa" (21), seguido de "experimentação concreta" (18) que me insere no quadrante do "estilo acomodador". Fiquei impressionada, pelo resultado tão próximo a minha prática pedagógica, uma vez que esse estilo coaduna-se com minha postura de abertura para o aprender-fazendo, e minha predisposição ao risco, em busca da verdade. Compreendendo, contudo, que o teste é apenas um parâmetro para a reflexão, deixando-me animada quanto ao fato de que devo sempre instigar os alunos a descobertas mediante pesquisa.
Diante dessa experiência, posso entender que o professor deve procurar, em sua prática de ensino, contemplar todos os quadrantes do ciclo de aprendizagem de Kolb, em uma aula dinâmica e interativa, para assim trabalhar com a motivação dos alunos, instigando-os à pesquisa, condição sine qua non para a construção do conhecimento e desenvolvimento de abstrações.
Para compartilhar minha experiência, e servir de possível sugestão para os colegas, apresento algumas ferramentas tecnológicas que utilizo para mobilizar minhas aulas. Criei um grupo de Estudos da Linguagem no Facebook e divulgo com os alunos todos os semestres, para estimular, fora do espaço da sala de aula, reflexão sobre os temas postados e suscitar discussão também na sala presencial. Da mesma forma, divulgo meu blog LÍNGUA VIVA, em que posto minhas produções científicas, com o intuito de interagir sobre as questões da língua. No entendimento de que, em tempos de tecnologia, a educação não pode prescindir das redes sociais, também crio grupo no Whatsapp com o nome da disciplina em que me comprometo com os alunos a dirimir suas dúvidas sobre as aulas, além de estimular que postem pesquisas afins.
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